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historias de sucesso rosa joel“Chamo-me Rosa Joel, tenho 67 anos vivo no bairro maxakene C há bastante tempo, sou viúva e beneficiária do subsídio há 4 anos. Vivo na minha casa com mais 5 pessoas (meu filho, minha filha, minha nora e meus dois netos). Tenho um filho que foi para xai-xai fazer curso de enfermagem”.


Quando perguntada se o filho não a ajuda com as despesas de casa a dona Rosa disse: o meu filho é vendedor ambulante, mas nega-se de me ajudar com algumas coisas para eu viver, ele somente dá de comer a mulher dele e filhos, eu e outra minha filha passamos fome as vezes. Para evitar morrermos de fome tive que arriscar o dinheiro do subsídio e comprar um balde, este que podem ver, para vender arrofadas. No mês seguinte com outro dinheiro do subsídio comprei arrofadas para revender, é assim que comecei este pequeno negócio com o dinheiro do subsídio. Com este dinheiro das arrofadas já da para comprar alguma coisa para eu e minha filha comermos.


A idosa reclamou do valor do subsídio dizendo: “Eu recebo aqui 310mt antes era 280mt, este dinheiro é muito pouco para comprar produtos de primeira necessidade. Veja que 25kg de arroz esta a 900MT e aqui me dão somente 310mt. Em cada mês que recebo o subsídio invisto mais no meu negócio. Quando não fazia este negócio, assim que recebesse o valor conseguia somente comprar óleo avulso, sabão, sal cebola e geralmente o dinheiro acabava no mesmo dia que recebia, só grata por ser benificiária deste programa mas peço para que o governo aumente mais um pouco o valor que nos dão visto que o custo de vida atualmente aumentou”.


Estou a vender hoje neste local porque há muita saída, as pessoas chegam cedo aqui e são atendidas a partir das 9 ou 10h. Quando chega a hora de receber eles já estão com fome e aproveitam que têm dinheiro e compram as arrofadas.
Afirmou igualmente que o valor que recebe faz alguma diferença na sua vida porque por exemplo se não fosse por este dinheiro não teria o pequeno negócio que tem.

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