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Casamentos prematuro Primeira dama abraça desafios de assistir as vítimasA primeira-Dama de Moçambique, Isaura Nyusi, preside o Seminário Nacional de Prevenção e Combate aos Casamentos Prematuros e Gravidezes Precoce, a decorrer entre os dias 25 e 26 de Fevereiro, na cidade de Pemba, província de Cabo Delgado.

No encontro será lançado o Projecto de Combate aos Casamentos Prematuros e contará com a participação da Primeira-Dama da Zâmbia, Esther Lungu, que irá partilhar a experiência do seu país.

A iniciativa reveste-se de extrema importância para Moçambique, onde metade das raparigas contrai o matrimónio antes de atingir os 18 anos. Muitas delas abandonam a escola e engravidam precocemente, colocando em risco tanto a sua vida como a do bebé.

“A situação pode ser invertida e a esposa do Presidente da República está comprometida com a prevenção e eliminação dos casamentos prematuros, através do projecto de advocacia e mobilização social, destinado a mobilizar o maior número de actores-chave a nível nacional, provincial e local no combate a esta violação dos direitos da criança”, refere o comunicado do Gabinete da Primeira-Dama.

O evento também visa impulsionar a implementação da Estratégia Nacional de Prevenção e Combate aos Casamentos Prematuros para 2016-2019, aprovada pelo Conselho de Ministros, em Dezembro de 2015.


O seminário é organizado pelo Gabinete da Esposa do Presidente da República, em coordenação com o Ministério do Género, Criança e Acção Social, o Ministério de Educação e Desenvolvimento Humano e o Ministério da Saúde. O acto conta ainda com a colaboração de agências da ONU (UNFPA e UNICEF), União Europeia, DFID, de países como Holanda, Suécia, Canadá, e de organizações não-governamentais, designadamente a Visão Mundial, Coligação para a Eliminação dos Casamentos Prematuros, entre outros intervenientes.

Cerca de 150 delegados e convidados deverão participar no seminário, incluindo membros do Governo, parlamentares, representantes da ONU, organizações da sociedade civil, jovens, adolescentes, líderes tradicionais, matronas, religiosos, integrantes dos Comités Comunitários de Protecção da Criança, membros do Parlamento Infantil e Organizações Comunitárias de Base.


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