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Casas convencionais para pessoas vulneraveisA DELEGAÇÃO do Instituto Nacional de Acção Social de Lichinga (INAS) procedeu sexta-feira, no distrito de Chimbunila, no Niassa, à entrega de três casas de construção convencional a igual número de famílias constituídas por órfãos, deficientes e idosos que até então viviam em condições deploráveis de habitabilidade.

Trata-se de casas de tipo 1 e 2 compostas por uma sala, dispensa, cozinha e casa de banho externa, as quais custaram cerca de três milhões de meticais, incluindo o apetrechamento.


Emele Selemane, uma anciã residente no povoado de Mapaco, distrito de Chimbunila, e chefe de um agregada familiar composta por sete órfãos, foi uma das beneficiárias de um imóvel. Igualmente, em Naicuanga, também em Chimbunila, Sanudia Daúde Sanudia, portadora de deficiência, recebeu do INAS uma casa do tipo 1,enqnto na sede do distrito de Chimbunila Elisa Júlia beneficiava de um outro imóvel de tipo 2. Para além das casas Sanudia e Elisa beneficiaram igualmente, de cadeiras de roda com as quais poderão se locomover sempre que necessitarem de realizarem as suas actividades diárias.


O administrador de Chimbunila, Simões Zelembessa, que precedeu a entrega dos imóveis, classificou o gesto como sendo uma demonstração clara de que o Governo moçambicano está apostando em melhorar as condições de vida dos seus cidadãos, instando os responsáveis do INAS a tudo fazer para que o apoio prestado as pessoas vulneráveis-órfãos, idosos, portadores de deficiência, entre outros estratos sociais seja cada vez mais abrangente, sobre tudo melhorado. “

Muitas pessoas ainda esperam por estes serviços, dai a necessidade de melhorar a organização para que o apoio chegue a mais necessitados sem sobressaltos”, avisou Zembessa, lembrando que não é possível atender a todas as pessoas de uma única vez, dado que o orçamento não chega para satisfazer todas as necessidades resultantes da pobreza por que passa maior dos moçambicanos. Aquele dirigente revelou ainda que nos 23 povoados do distrito de Chimbunila, o INAS assiste neste momento mais de 1600 idosos em subsídios diversos, destacando como prioridade a manutenção das vias de acesso, consideradas como sendo criticas, principalmente no período chuvoso.


Por sua vez, a delegada do INAS de Lichinga, Hortência Novela, explicou que as famílias que receberam as casas foram seleccionadas e integradas no Apoio Social Directo (ASD) nas componentes de apoio prolongado e pontual, estando por isso, habilitadas a receber assistência em cesta básica e roupa, pedindo às lideranças comunitárias e a população em geral a ajudarem os beneficiários na conservação das casas. Prometeu, por outro lado, que os idosos de Naicuanga chegará, até Maio próximo, o almejado apoio, depois de removidos todos os problemas que constituíam, até então, grande obstáculo para que a assistência não chegasse àquela zona residencial. Os régulos dos três povoados, que beneficiaram das casas, saudaram a iniciativa do Governo moçambicano, dai terem desafiado os responsáveis do INAS a garantir uma maior abrangência no apoio às pessoas vulneráveis. (In Noticias)

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