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mosquitonets3Foi lançada na última quinta-feira o Inquérito sobre indicadores de malária (IIM) no país, para medir os níveis de prevenção e tratamento desta doença que continua um problema de saúde pública. O acto, que teve lugar no distrito de Marracuena, província de Maputo, tem vista determinar a proporção de crianças dos 6 a 59 meses com infecção de malária, assim como as que têm baixos níveis de hemoglobina.


Pretende-se igualmente, estimar o grau de cobertura, posse e uso de redes mosquiteiras tratadas com insecticidas de longa duração, assim como o uso e o acesso de tratamento presuntivos intermitentes em mulheres grávidas. Faz ainda parte dos pressupostos deste inquérito determinar o nível de cobertura e o grau de aceitação das operações de pulverização intradomiciliaria e avaliar os níveis de conhecimento, atitudes e práticas em relação a prevenção e tratamento da malária.


“Esperamos trazer resultados com evidências que nos permitam planificar e definir melhor aquilo que são as nossas acções no caso da prevenção, diagnostico, tratamento, monitoria e avaliação das actividades realizadas em torno da malária a nível de todo o nosso país”, referiu a ministra da saúde Nazira Abdula.


Para efeito, a titular da pasta da saúde explicou que o inquérito ira cobrir cerca de 3743 crianças dos 6 a 59 meses de vida, em 6106 agregados familiares e aproximadamente 6249 mulheres jovens e adultas entre 15 e 49 anos de idade.


Este é o terceiro inquérito sobre indicadores de malária que o país realiza. O mesmo está orçado em cerca de 62 milhões de meticais financiados pelo executivo moçambicanos e pelo governo dos Estados Unidos da América através da sua agência de desenvolvimento (USAID).


O inquérito é realizado numa altura em que o país regista um aumento de casos de malária, embora com tendência de redução de número de mortes por esta enfermidade.


“Temos muitas chuvas regulares e outras vezes irregulares e problemas de saneamento do meio. Nos últimos meses verificamos que os casos de malária aumentaram em cerca de 9 porcento. Mas quando fizemos a análise da taxa de mortalidade, ficamos satisfeitos porque reduziu em mais 30 por cento. Isso significa que os casos de malária estão a ser diagnosticados e tratados atempadamente”, disse Nazira.


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