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IMG 8581“Já estamos a efectuar os pagamentos, já o fizemos a nível da delegação de Pemba e Montepuez”, frisou Isabel Raimundo.
A divida é relativa a últimos 4 meses do ano passado, período em que a DPGCAS não procedeu ao pagamento de subvenções aos beneficiários, em virtude de constrangimentos de ordem financeira que a instituição enfrentou, relacionado com reduções e atraso na disponibilização de orçamento de funcionamento, da parte da direcção da economia e finanças, o que forcou o uso de valores destinados ao pagamento de subsídios, como forma de suprir as dificuldades de funcionamento diário.


Para além de beneficiários do subsídio social básico, a DPGCAS presta assistência a escolinhas comunitárias, faz inquerido social sobre o poder parental, tutela os menores, emite atestados de pobreza, presta pensão de alimento a crianças cujas mães estão inibidas de fazer o aleitamento materno devido ao seu estado serológico.


Falando especificamente deste grupo, dados ao nosso poder indicam que algumas mães inibidas de fazer o aleitamento materno têm vendido alguns produtos que recebem, doados pelo Instituto Nacional de Acção Social (INAS), concretamente leite em pó de marca Nilo e Lactogen, que, por sinal, é muito procurado no mercado.


Este tipo de caso, segundo apuramos, regista-se com maior frequência na cidade de Pemba, no bairro de Cariocó, onde vivem a maior parte das 345 crianças abrangidas pelo programa.
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