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IMG 8799No dia 16 de Outubro do corrente ano, procedeu-se com a abertura da semana de protecção social que consistiu na realização da feira de Acção social no distrito de Magude, província de Maputo. O referido evento que tinha como objectivo sensibilizar a sociedade moçambicana para o seu envolvimento activo em questões ligadas a protecção social, teve como grupo alvo, crianças, mulheres, idosos, pessoas com deficiências dentre outros grupos populacionais vivendo em situação de pobreza e vulnerabilidade.


Os cidadãos presentes na feira, receberam gratuitamente os serviços de saúde (teste de HIV-SIDA, triagem, medição de diabetes e medicamentos para hipertensão); emissão de bilhetes de identidade; registo de nascimento; atribuição de NUIT.
Houve igualmente exposição e demonstração dos serviços prestados no sector do género, criança e acção social; Agricultura e segurança alimentar; educação e justiça.


A cerimónia foi presidida pelo vice-ministro do Género Criança e Acão Social que na ocasião afirmou que Moçambique tem dado paços importantes no desenho de pisos de protecção social, como resultado deste processo o país tem um conjunto de instrumentos legais e estratégia que rege a protecção social básica.
Este facto fez com que houvesse uma expansão dos serviços de protecção social básica, onde se perspectiva atender até ao final do ano, um total de 500 mil agregados familiares pobres e vulneráveis em todos os distritos e localidades do país, igualmente registou-se o aumento do acesso a serviços de saúde e educação.


Por sua vez, o representante do presidente da plataforma da sociedade civil Moçambicana para protecção social, na sua intervenção afirmou que as celebrações da Semana de Protecção Social e da Feira de Acão Social vem por cima de grandes desafios que os grupos vulneráveis vêm enfrentando por isso, Urge a necessidade da operacionalização da ENSSB 2016 – 2024 com a aprovação do respectivo decreto, o reforço das ligações multissectoriais e o envolvimento de mais actores no debate público sobre o sector e acima de tudo o investimento em recursos Humanos e materias de modo a garantir o apoio ao grupos vulneráveis em tempo útil e com a devida qualidade na prestação dos serviços.

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