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pessoas com deficiencia preucupados com fraca assistenciaA inclusão e assistência social a crianças com deficiência continuam uma miragem tanto nas zonas urbanas como nas comunidades rurais, pelo que é necessário uma intervenção acrescida na promoção dos direitos deste grupo social.


A constatação é do fórum das associações Moçambicanas de deficientes (FAMOD), que promoveu recentemente em Maputo, uma capacitação de programas radiofónicos para a difusão de direitos das crianças com deficiência.
Para além da descriminação, a organização das pessoas com deficiência denuncia a falta de oportunidades para ingressar nos estudos e fraca prestação de serviços de saúde a crianças com deficiência.


Do trabalho feito junto das comunidades, o organismo tem apurado ainda fraco apoio das famílias, o que aumenta a vulnerabilidade dos petizes com limitações psico-locomotoras.


A falta de um currículo adaptado ao ensino de pessoas com deficiência e de professores qualificados, particularmente para a educação em línguas de sinais, constitui também preocupação da organização.


Segundo Cantol Pondja, presidente do FAMOD, situações há em que algumas escolas nas províncias chegam a rejeitar crianças com necessidades especiais.
“Há um trabalho que todos os intervenientes sociais devem fazer na busca de condições para a criança deficiente. A exclusão é a pior vulnerabilidade das crianças com necessidades especiais” disse Cantol Pondja.


A capacitação tinha em vista dotar os participantes, incluindo petizes, de mecanismos de promoção dos seus direitos e sensibiliza-los contra preconceitos a que estão sujeitos no convívio familiar e não só. Os participantes estavam expectantes que a iniciativa traga, entre outas mudanças, respeito aos seus direitos.
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