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rede interscolar contra hivUma rede interescolar de dialogo para a promoção de comportamentos sexuais saudáveis será estabelecido nas diferentes instituições de ensino do país com vista a combater-se o HIV através da redução do numero de novas infecções.

 

Da rede, pretende-se alcançar um maior numero de escolas (cerca de 19 mil primarias e 750 secundarias), professores, alunos I encarregados de educação para dota-los de conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutivo, HIV/SIDA.


Para este grupo, considerado prioritário nas acções de luta contra SIDA, serão passadas mensagens específicas que provam comportamentos sexuais saudáveis tais como o início tardio das relações sexuais.
Durante as conversas a serem feitas em línguas portuguesa e locais, os jovens e adolescentes aprenderão ainda sobre a gravidez indesejada e infecções de transmissão sexual.


A propósito, o secretário executivo do conselho nacional de combate a SIDA (CNCS), Francisco Mbofana, disse recentemente em Maputo que estas acções fazem parte de plano de acção da estratégia de comunicacao para a mudança social de comportamento aprovado pelo conselho directivo deste órgão.


“Para este grupo, pretendemos introduzir abordagens que nos permitam alcançar maior número de jovens e adolescentes dentro e for a da escola, no Mercado formal e informal, de tal maneira que nós possamos melhorar o nível de conhecimento. Mas, também teremos que tudo fazer para assegurar que a partir do conhecimento, as pessoas iniciem um processo de mudança de comportamento que é para adoptar condutas saudáveis”, explicou.


Para o sucesso desta acção conta-se com o apoio da comunidade, famílias, organizações da sociedade civil, académicos, que terão a missão de fazer chegar a mensagem numa linguagem perceptível, adequada a características culturais de cada região.


Com este plano espera-se reduzir o numero de novas infecções por HIV de 320 em 2013para 224 em 2020.
“ A escola é um local onde podemos desenvolver muitas actividades educativas. É la onde temos estudantes, facilitadores (docentes). Os currículos de educação ja prevêem algumas intervenções no âmbito da educação sexual e reprodutiva, mas temos a oportunidade de capitalizar o que ja existe e passar alguma mensagem. Esperamos alcançar maior número de escolas, professores e estudantes”, referiu Mbofana


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