PSCM-PS - Histórias de Sucesso

Sobre o PSCM-PS


Somos uma organização não-governamental, sem fins lucrativos e legalmente constituída, cujo objectivo principal é contribuir para que a Sociedade Civil moçambicana seja influente nos processos decisórios, na formulação de políticas e estratégias de Protecção Social (PS) e tenha uma participação activa nos programas e projectos desenhados nesta área, bem assim participe na sua implementação, acompanhamento e avaliação.

Comentários recentes

    Arminda Moiana

    “Todo mundo tem um sonho ou desejo na vida e, por ele, somos capaz de tudo fazer. Eu tenho um que encontra-se barrado por falta de condições financeiras”.
    Estas foram as primeiras palavras saídas na voz de Arminda António Moiana, de 53 anos, residente no Distrito Municipal Katembe- Maputo Cidade, beneficiária do Programa Acção Social Produtiva desde 2012.

    No início da nossa conversa não entendíamos o que ela pretendia nos transmitir e ao perguntarmos sobre o sonho e desejo que tanto falava, disse-nos o seguinte:
    “ Sou a chefe de família e sustento 5 pessoas, dentre eles, filhos e Netos e é na base do PASP e de pequenos biscates que tenho feito nas horas livres que consigo suster a minha família, o valor que ganho limita bastante as ambições de vida que pretendo dar aos membros do meu agregado familiar, para ser um pouco mais clara, o meu Neto frequenta a 12ª classe numa das escolas secundárias deste distrito e assim que terminar não terei como apoiá-lo a ingressar na universidade, pós o distrito não tem nenhum estabelecimento de ensino universitário e não terei dinheiro para pagar a travessia todos os dias, sem contar com outras despesas”.

    Com estas palavras fica claro que o maior desejo/sonho da dona Arminda é ver os seus filhos e netos formados e consequentemente terem uma vida melhor, pois acredita que a educação é o melhor investimento a se apostar.
    Do trabalho que o programa proporciona aos beneficiários, dona Arminda tem culimado nas instituições do Estado, e reclama pelo número reduzido de material de trabalho tais como: ancinhos, enxada e carrinha de mão.

    Fica a mensagem e o apelo de mais uma beneficiária:
    “ Esse trabalho é como qualquer outro e não podem nos pagar tão pouco assim… Pedimos a quem de direito para aumentar o valor tal como tem acontecido em outros sectores de actividade”. Finalizou Arminda

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